Rogério Pagnan (Pedregulho, 1970) é um jornalista brasileiro. Atua como repórter especial do jornal Folha de S.Paulo desde 2000, especializado na cobertura de segurança pública, sistema prisional e investigações criminais.

Carreira e obra Iniciou sua trajetória na filial de Ribeirão Preto da Folha, transferindo-se posteriormente para a capital paulista. Em 2018, publicou o livro-reportagem O Pior dos Crimes: A história do assassinato de Isabella Nardoni, no qual analisa as etapas da investigação policial e aponta inconsistências técnicas no inquérito do caso ocorrido em 2008. Ao longo de sua carreira, Pagnan foi responsável por reportagens de repercussão nacional, como o caso do Delegado Da Cunha, em 2021, uma investigação sobre a simulação de operações policiais para redes sociais, que terminou com o arquivamento do caso no MP..

Controvérsias Em 2013, o Observatório da Imprensa questionou uma reportagem do jornalista sobre a suposta atuação de facções criminosas em protestos na Zona Norte de São Paulo. A crítica apontou o predomínio de fontes policiais no texto e a abordagem dada à morte de um adolescente que precedeu as manifestações.

Premiações Sua produção jornalística foi reconhecida com os prêmios IPYS, Patrícia Acioli, Prêmio Cláudio Weber Abramo de Jornalismo de Dados, Prêmio CICV de Cobertura Humanitária e o Prêmio Folha.

Bibliografia Pagnan, Rogério (2018). A história do assassinato de Isabella Nardoni. Rio de Janeiro: Editora Record. ISBN 978-8501114518

Referências